sexta-feira, 10 de maio de 2013

quando menos é mais


Eu não gosto da ideia de ser o centro do mundo de alguém. E que me perdoem as pessoas que gostam disso, mas acho isso uma coisa muito egocentrista. Esses relacionamentos onde a mulher tem que ser o centro de tudo, tem que ser aquela que merece atenção extrema, que merece cuidado extremo, que merece bajulação e encheção de saco extremas, me cansam, me entediam, me dão sono e me irritam. Eu não gosto disso. Sou de um mundo de limites e direitos. O meu direito vai até onde começa o seu. E assim funciona com os limites também. Eu não quero ser o centro do mundo de ninguém, eu não quero ninguém que pare seu mundo pra viver em função de mim, em função de se dedicar a mim única e exclusivamente em todos os sentidos, que não tenha tempo para mais nada e que não queira mais nada além de me agradar, me bajular, me encher o saco e grudar em mim. Eu sou do tipo que quanto menos atenção você me der, mais da sua atenção eu vou querer. Não suporto que me dedica atenção total. Não é que eu não queira atenção. Eu quero. Mas na medida certa, e eu quero fazer por merecer isso. Não quero atenção só porque eu sou mulher e mulher merece toda a atenção do mundo. Não, as coisas não funcionam assim. Até porque eu não sei dar toda essa atenção em troca. Eu não sei parar meu mundo por causa de ninguém. Eu não consigo aceitar que um alguém tenha que ser o centro do meu mundo e que eu tenho que fazer tudo por essa pessoa. Por favor. Eu gosto de carinho, eu gosto de atenção, eu gosto de uma mensagem inesperada, de uma ligação de vez em quando, de dormir junto, de passar horas sem fazer nada só na companhia de alguém. Mas eu não gosto de ser sufocada. Não gosto que me coloquem numa bolha, num pedestal , me faça o centro da sua atenção. Eu tenho meu mundo, minhas coisas para fazer. Todo mundo tem. Ah, mas você gosta de homem que pisa em você. Não, eu não gosto. Eu gosto de quem me trata bem, quem me faz o bem, que me dê atenção, carinho, e tudo que eu tiver direito. Mas na proporção exata. Nem muito e nem pouco. Não preciso falar o dia inteiro, não preciso falar todos os dias. Só preciso saber que está lá, que tem tudo o que eu preciso quando eu quiser. Quem dá muita atenção para alguém, também mendiga muita atenção. E eu não sei dar atenção exagerada para ninguém. Não sou delicada, não sou cheia de não me toques, não tenho frescuras. Isso é tão difícil de entender assim? Eu simplesmente não cobro de ninguém o que eu não posso ser para ela. Não gosto de nada que seja de mais. 

terça-feira, 29 de março de 2011

um pensamento perdido

Novidades me assustam, não suporto perder o controle, muito menos a orientação.!

Instinto impulsivo reprimido

Eu estou cansada de tudo que não me acrescenta, me prejudica, me ofenda, me ignore, me calunie, não me faça me sentir desejada, me faça sentir raiva, desgosto... eu estou cansada de gente sem conteúdo, sem o mínimo de educação, que tem o prazer de se meter na vida alheia, só por prazer mesmo, sem fazer nada que seja útil, de alguma forma... também estou cansada de gente mesquinha, metida, ignorante, que gosta de dizer o que eu devo, ou não fazer. E eu estou cansada de ter que tomar minhas atitudes tendo que pensar no ponto de vista alheio, sem ter livre autonomia para fazer tudo do meu jeito, tudo como eu gostaria que fosse, tudo feito por impulso, sem pensar nas consequências, como é do meu instinto querer fazer.

sábado, 30 de outubro de 2010

(não) ENTENDA...

Hoje eu me peguei pensando, em tudo qua já passei nessa minha atordoada e corrida vida, tem coisas que a gente tenta, pensa, quebra a cabeça, sempre buscando um entendimento, e nem sempre se chega; tem coisas que a gente lembra, e apenas sorri, ou demonstra extremamente o contrário... Eu sempre acreditei, que as pessoas só guardam para elas os momentos que realmente as marcaram, que deixaram um sinal de que foi bom, fez bem, fez feliz.
Entender as pessoas é praticamente impossível, eu desisti de me entender, e de querer que os outros me entendam, só pensar que é assim, e vai ser assim sempre, que não precisa de entendimento nenhum, entendimento leva à complicações, e complicações não me agradam Não nesses casos.

São 2h10min da madrugada e eu aqui, falando coisa sem sentido. Em plena sexta-feira de um fim de semana prolongado.
Entenda o que bem quiser. É isso.